quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

NAZISMO BÍBLICO ou ARIANO? - por walmor marcellino

Acusam-me de não facilitar a leitura quando o assunto é de alta complexidade; e eu reconheço minha máxima culpa, porém afirmo que os temas são complexos e/ou inextricáveis aos conhecimentos de um desvalido e entediado. Como vocês sabem, a “civilização ocidental-cristã” -- abichornada pelo remorso do que o capitalismo imperialista alemão fez na Segunda Guerra Mundial contra comunistas, eslavos, judeus, ciganos, deficientes físicos e mentais, homossexuais e enfim contra os “não-heróicos arianos” e os supostos “traidores” e “algozes” dos alemães na Primeira Guerra Mundial... -- bem, um bonachão grupo “democrático” hecatômbico ou holocaustiano deu de presente para uma organização sionista a Palestina. Creio ser esse um final “grotesco”
É difícil escrever brevemente sobre tal assunto, embora seja obrigação diária desasnar o gentio sobre a origem do que vai pelo conluio imperial-colonialista Estados Unidos-Grã Bretanha-Israel. Pensar cansa quem como eu não é bem formado (no sentido mental). Daí dou sumário exemplo de uma tentativa de síntese:
O nazismo “é um movimento chauvinista [nacionalista exacerbado] de direita, alemão [ou judeu-sionista], nos moldes do fascismo italiano [ou do Partido Likud, apoiado no agressivo e criminoso rabinato de Israel], imperialista [ou da “Eretz” ou “Grande Israel”], belicista [como o colonialismo imperialista de Israel] e cuja doutrina consiste numa mistura de dogmas [como no “Mein Khampf” de Adolf Hitler e nos “tributos” ao Talmude e/ou mandamentos da Torá] e preconceitos [de “povo eleito”, semita, “destinado” às terras que vão do Eufrates ao Nilo, e com predestinação divina ao poder, desde sempre, até antes que Zoroastro inventasse essa fundamentação mística judaico-cristã] a respeito da pretensa superioridade da raça “ariana” [a) invenção paranóica oriunda da etimologia sânscrita “nobre”;b) consta que os árias, esse belo povo da Ásia Central, teriam migrado para a Índia; porém o imbecil do Hitler os relacionou com os nórdicos;c) conforme outro tipo de cretinismo (o arianismo), Jesus Cristo seria uma criatura de natureza intermediária entre a divindade e a humanidade... ufa!]; existência a que se atribuem os nazistas [e os sionistas]...”, cf. registra o dicionário Aurélio e acentuam os parênteses meus.
O rebanho político judeu afirma que sua “diáspora” lhe deu os direitos transcendentes à terra palestina [com ou] sem a concordância dos ancestrais moradores palestinos. Também Adolph Hitler afirmava ter direito à expansão territorial [com ou] sem concordância dos austríacos, poloneses, tchecos e periecos.
Esses fanáticos judeus falam de um conchavo entre o Ente Superior e o povo semita, mesmo que a ciência diga que eles não passam de filhos da negra Lucy, como nós. Já o ex-cabo Shickelgruber, alcunhado Adolf Hitler, prendeu, seqüestrou, concentrou e torturou todos os que considerava inimigos, especialmente comunistas, eslavos e judeus; os judeus porque ‑ ao contrário do que afirmava Max Weber em “o espírito do capitalismo”‑ teriam sido eles “e sua cobiça” e não os protestantes e a seita calvinista em especial que desenvolveram o capital e a usura. E se Hitler teve uma pré-ciência de que o precípite capitalismo desata coisas incontroláveis, não poderia imaginar que os sion-nacionalistas, alentados pela “Lebensraun” tardia, iriam mais tarde prender, seqüestrar, concentrar, torturar e matar semitas, jafetitas e camitas que se opusessem à Grande Israel. Pelo menos, hoje sabemos que o rabinato fascista e o militarismo colonialista, associados à matriz imperialista, é que dirigem a “democracia judaica” no Oriente Médio. Pra cientista nenhum botar defeito.

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